Como reduzir os impactos do coronavírus no setor da alimentação

Medidas criativas são necessárias para manter o fluxo de caixa e a segurança dos clientes dos bares e restaurantes

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Movimento cai em bares e restaurantes após o novo coronavírus
Restaurantes e bares ficam vazios com a nova pandemia (Fonte: Divulgação)

Os coronavírus, conhecidos desde os meados dos anos 60, são uma família viral, que causam infecções respiratórias. Nos seres humanos essas infecções podem ir de um simples resfriado até síndromes respiratórias severas. Este vírus foi descrito como coronavírus em decorrência do perfil na microscopia, assemelhando-se a uma coroa.

Em dezembro de 2019, na China, surgiu um novo coronavírus, chamado de Covid-19. Desde então o vírus se espalhou e, a cada dia, novos casos da doença são confirmados pelo mundo, causando, assim, uma pandemia.

Com tudo isso, algumas atitudes foram tomadas para amenizar e evitar o contágio da população. Uma delas é a orientação para evitar lugares aglomerados.

Os bares e restaurantes são lugares que sempre tem muita gente circulando (clientes, colaboradores, fornecedores), portanto esses estabelecimentos vão ser diretamente afetados com a queda do movimento.

Os empreendimentos estão tomando algumas atitudes, recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), e se utilizando do bom senso de higiene e segurança para continuar funcionando nesse período. 

Seguem algumas recomendações:

  • Manter o ambiente sempre limpo, com circulação de ar; 
  • Rever o layout das mesas, mantendo uma distância de 2 metros entre cada uma; 
  • Capacitar os funcionários sobre a doença e reforçar as boas práticas de higiene; 
  • Utilizar álcool 70º para higienização de utensílios e disponibilizá-los para o uso dos colaboradores e dos clientes; 
  • Além do álcool 70º, disponibilizar apenas sabonetes antissépticos e papel toalha para secar as mãos.

Mesmo com todo esse cuidado, os clientes, preocupados com sua saúde,  tendem a não frequentar esses locais, acarretando, assim, fluxo menor de caixa. 

Dito isso, surge uma grande pergunta: Como pagar os boletos dos fornecedores, o aluguel, a folha de pagamento dos colaboradores se o dinheiro não entra?

Nesse momento, a criatividade é indispensável para incrementar as vendas.

É claro que os incentivos fiscais e linhas de crédito são necessários, porém, não se deve apenas esperar pelo Governo, é preciso que algumas atitudes sejam tomadas.

Incentivar o serviço do delivery, no qual o cliente possa efetivar o pagamento por aplicativos, é uma solução para o estabelecimento continuar a fornecer seus produtos ao seu público.

Mostrar para os consumidores a importância do consumo local é outra atitude importante que os pequenos empreendedores devem ter para manter, nem que pequeno, o fluxo de caixa.

Negociar a forma de pagamento com os fornecedores, e com o proprietário do ponto(caso o estabelecimento tenha o ponto alugado), flexibilizando os contratos de locação, são alternativas para amenizar os custos esse momento.

o Sebrae de Santa Catarina está lançando o Webinar “Como reduzir os impactos da crise nos pequenos negócios”, onde serão abordados temas de 

incentivos fiscais, crédito, relações trabalhistas, redução de custos, marketing e vendas.

Esse Webinar acontecerá dia 19/03/2020, para se inscrever clique aqui

E você? Quais atitudes você está tomando para sobressair o seu negócio nesta crise?

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