Com situação preocupante no Nordeste, até a Corona resolveu ajudar a solucionar

Famosa marca de cerveja destinou seus funcionários para ajudarem na retirada do óleo de praias do Nordeste.

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(Foto: Divulgação.)

O que a praia e a cerveja têm em comum? Tudo! 

Porém, a situação crítica do Nordeste brasileiro é que levou a Corona a interromper suas atividades nesta quinta-feira, dia 24. Em conjunto com o projeto Parley for the Oceans, a marca destinou seus funcionários, que moram nas cidades litorâneas da região, para colaborarem na limpeza das praias, as quais estão poluídas de petróleo proveniente de um vazamento na costa brasileira.

No total, três praias diferentes foram selecionadas para serem alvo da ação, sendo definidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Além dos times enviados pela Corona, outras empresas, convidadas pela marca, também contribuíram na formação das equipes que se juntam ao grupo, já existente, de pessoas que estão se esforçando para limpar as praias.

(Foto: Divulgação.)

“Quando iniciamos Corona x Parley no Brasil, tínhamos o compromisso de ajudar a combater o descarte de plástico em nossos oceanos e paraísos locais. Agora, diante desse desastre ambiental que atinge nossas praias, vimos que precisávamos nos movimentar ainda mais. Mais do que engajarmos nossos times para ajudar na limpeza, queremos espalhar esta mensagem, para que todos possam se inspirar e se juntar à causa“, explica Bruna Buás, diretora de marketing de Corona.

No entanto, vale destacar que não se deve realizar a limpeza do material sem o apoio técnico de equipes especializadas, devido aos riscos de saúde que podem ser originados pelo contato com o óleo. Por isso, caso você localize alguma praia com a presença do mesmo, é importante que siga algumas dicas:

  1. A indicação inicial é evitar ir às praias afetadas. Nadar e praticar esportes aquáticos nos locais com o resíduo também não é recomendado.
  2. Evite contato direto com o produto. Não recolha o material poluente sem equipamentos de proteção. O recolhimento deve atender alguns protocolos orientados pelos órgãos de proteção ambiental.
  3. Em caso de reação alérgica ao toque ou ingestão do óleo, o ideal é procurar o atendimento médico imediatamente.
  4. Se encontrar algum animal ferido ou em contato com o com óleo, não recolha o animal, ligue para Polícia Ambiental (190).

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